PATRIMONIALISMO E PERSONALISMO: A GÊNESE DAS PRÁTICAS DE CORRUPÇÃO NO BRASIL

PATRIMONIALISMO E PERSONALISMO: A GÊNESE DAS PRÁTICAS DE CORRUPÇÃO NO BRASIL

Isolda Lins Ribeiro 

RESUMO

Apesar dos crescentes esforços no combate à corrupção, podemos perceber uma escalada destas práticas no Brasil. Em meio a uma profusão de confusas leis e projetos de leis, não param de vir a público escândalos oriundos de todos os setores que compõem o Poder Público. Diante da ineficiência dos mecanismos adotados, procuramos através do presente estudo determinar quais seriam os fatores que comprometem a probidade na Administração Pública. Adotando um viés jurídico-antropológico, buscamos investigar as origens das práticas de corrupção no Brasil. Para tanto, partimos da origem patriarcalista da sociedade brasileira, que culminou em um personalismo extremado e no patrimonialismo estatal, e percebemos que estes caracteres seriam capazes de explicar o fenômeno que atravessa os séculos em nossa história. Propusemo-nos, por fim, a avaliar a possibilidade de se eliminar tais traços deletérios da cultura brasileira e, então, concluímos que, apesar desta “herança”, continuamos avançando na luta contra a corrupção.

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PALAVRAS-CHAVES: Corrupção, Patrimonialismo, Patriarcalismo, Antropologia Jurídica.

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